quarta-feira, 16 de julho de 2008

DESEJO

Eu desejo que o fogo revolucionário das entranhas da transformação me queime como seu eu fosse um reles transeunte sem destino... para desta forma, tornar-me um sereno contador de estórias de ante-ontem, com o sabor de beijos que façam o amor perder a calma. Eu quero ser uma flamejante tocha sem querosene ou gasolina, mas quero que minha chama seja a Beleza eterna da mãe-natureza, o anseio da humanidade, o desespero de sair da prisão, a catastrofe lúdica de um prazer que me arrebata os sentidos e me eleva a condição de revolucionário... Pois se este mundo corteja e aqueles que nos levam ao cadafalso, que eu seja o próprio martir a regozijar em prantos sulfúricos meu tenro, libidinoso, gritante e anárquico desejo por LIBERDADE!!!!!
Revolucionai-vos...